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Ponto de Cultura Hurukunê-Wao

Apresentação:

O projeto Ponto de Cultura Hurukunê-wao (tucumã), é uma ação integrada a Casa de Cultura e Artesanato Hurukunê-wao, dos indígenas do município de Guajará-Mirim-RO, cuja finalidade da mesma é a valorização do trabalho artesanal e sua importância no aspecto cultural e étnico dos referidos povos, da qual, mantém o respeito às tradições milenares e a representatividade para a manutenção das gerações futura.

Desta forma desenvolvendo a cadeia produtiva do artesanato indígena, contribuindo para a melhoria na geração de renda das pessoas envolvidas. A casa e o ponto se fundamentam em uma filosofia genuína de inserção da iniciativa/produção artístico-cultural o mercado, ou seja, em uma filosofia de marketing, que valorizasse a cultura indígena, utilizando conceito de Marketing cultural, onde o objetivo é a promoção cultural, desde a concepção do produto até a comunicação acerca do mesmo, passando por atribuição de preço e distribuição (Marketing cultural: uma invenção brasileira. Manoel Marcondes Machado Neto, 2004).

O projeto parte do princípio, que o Ponto de Cultura Hurukunê-wao(tucumã), é o meio para articular e formar jovens indígenas na produção e difusão da cultura digital, visando também contribuir na luta por exigibilidades de direitos e o fortalecimento da identidade indígena. Portanto a sustentabilidade do ponto de cultura, será através de sua capilaridade para difusão do artesanato indígena, pois a idéia é comunicar para o mundo a produção e comercialização do artesanato desses povos, contribuindo não apenas na sustentabilidade do projeto e sim das próprias pessoas que dependem da comercialização das peças, dessa tradição milenar, com muito sacrifício resiste na Amazônia.

É necessário ressaltar que o município de Guajará-Mirim está localizado na fronteira do Brasil com a Bolívia, portanto área estratégica para presença do Estado brasileiro, não somente com aparato policial ou das forças armadas, mas também através de política públicas de inclusão SOCIODIGITAL.

A aplicabilidade do conceito parte de exemplos simples e criativos, de como trabalhar a imagem das cestarias produzidas pelas mulheres - sua utilização, o que as diferenciava das produzidas por outros indígenas ou não indígenas, pinturas e desenhos á partir do olhar dos grupos indígenas sobre o lugar onde vivem, com isso resgatando valores importantes para o desenvolvimento.

A dinâmica da casa, e concomitante a do ponto é a busca de representar a imagem do produto indígena, sua história e sua comercialização e como transmitir a um comprador que não conhecia a cultura indígena todo o valor cultural da peça que será exposta a venda.

O enfoque fundamental busca valorizar o diferencial do artesanato produzido por cada etnia, e como agregar valor a cada produto, conceito este utilizado no Marketing Cultural, onde se busca trabalhar a importância da cultura na produção da arte e seu valor no mercado para comercialização (Neto, 2004).

Para tal o mergulho no universo das mídias livres, que o ponto de cultura oferece é de fundamental importância para o registro e difusão, do artesanato indígena de Guajará-Mirim, desde a coleta da matéria prima na floresta, sua confecção e a comercialização no mercado. Oportunizando o protagonismo de jovens indígenas na cultura digital, pois serão capacitados para operar o Kit-Multimidia e produzir o registro e a comunicação do ponto, de acordo com a filosofia acima citada, tornando-se sujeitos do processo.

Neste sentido, o Ponto de Cultura terá, ainda a finalidade de ampliar de forma sistêmica o conhecimento das terras indígenas, através da elaboração do Mapeamento Cultural Participativo[1]. A opção por esse instrumento se deu pelo fato de ser feito pela própria comunidade, combinando com regras cartográficas.

O mapeamento será relevante para as comunidades atingidas pelo projeto, pois será um grande meio no planejamento e gestão de suas terras, priorizando aspectos culturais, com isso fortalecendo a identidade indígena da Amazônia.

Portanto toda a elaboração do mapeamento será sistematizada para além das cartas geográficas, em vídeo, fotografia e sons, com o equipamento do kit-multimídia, utilizando soft livre.

OBJETIVO GERAL:

Disponibilizar aos povos indígenas do município de Guajará-Mirim acesso às tecnologias digitais em soft-livre, através de uma infra-estrutura, voltada a capacitação e produção em multimídia priorizando a difusão da cadeia produtiva do artesanato e na criação instrumentos de gestão territorial.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

  1. Implantar um centro de produção e difusão de multimídia (áudios, vídeos, textos e imagens);
  2. Capacitar jovens indígenas em vídeo, áudio e produção gráfica;
  3. Realizar o Mapeamento Cultural Participativo em terra indígena do município de Guajará-Mirim.

 

Oficina de Hip Hop em Cacoal

01 DE SETEMBRO DE 2012 KANINDÉ FONTE: MALOCA DIGITAL NENHUM COMENTÁRIO

 

Oficina de Grafitte
    A Fundação Cultural de Cacoal – FUNCCAL, com o apoio da Secretaria de Estado do  Esporte, Cultura e do Lazer – SECEL, promoveu a  organização de seis oficinas na área de Hip Hop, nos  final do mês de julho em Cacoal. As oficinas oferecidas foram: Grafitte, Dança de Rua, Produção de Rap, DJ, Vídeo Alternativo e Web Rádio. As oficinas foram realizadas nos dias 29, 30 e 31 de julho na Escola José de Almeida e Silva - no centro de Cacoal. E tendo como representante da Associação Metareilá do povo indígena Suruí,  os estagiários Ubiratan Suruí, Oyxiener Suruí, Luam Suruí  e Oytxepo Suruí. Destacando que os quatros indígenas estavam incluídos nas aulas de  GRAFITTE  com o orientador e praticante , Gaspar. tendo em vista  de modo geral, representando o povo Paiter Suruí, nesta oficina de Hip Hop que foi realizada em Cacoal.

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Guajará realiza Plenária de Economia Solidária

29 DE AGOSTO DE 2012 ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO FONTE: PREFEITURA DE GUAJARÁ - MIRIM NENHUM COMENTÁRIO


O I Fórum de Economia Solidária – I Plenária Local de Economia Solidária, etapa Guajará-Mirim, foi realizado no plenário da Câmara Municipal de Guajará-Mirim. Este evento integrou a etapa preparatória à V Plenária Nacional de Economia Solidária, que tem como tema “Economia Solidária: bem viver, cooperação e autogestão para um desenvolvimento justo e sustentável”.

Autoridades municipais estiveram presentes no evento: vice-prefeito Hilter Gomes Videira, Representante da SEAS Sandra Leite, Secretária da SEMTAS Ana Nete Dantas, Membro do 1º Fórum de Economia Solidária Edjarles Benício de Brito e Diretor do Campus UNIR de Guajará George Queiroga Estrela.

Os objetivos do Fórum: contribuir para a consolidação do movimento de economia solidária, afirmando-o como movimento social contra o capitalismo, por uma nova sociedade e organização social, política e econômica; Para o processo de estruturação e organização do Fórum Rondoniense e Brasileiro de Economia Solidária; e ampliar diálogos, articulações de alianças estratégicas, parcerias e convergências com outros movimentos sociais na construção de uma sociedade justa, solidária, diversa, autogestionária e sustentável.

O Grupo de Trabalho de Economia Solidária, no decorrer do Fórum, apresentou e colocou para aprovação o Regimento Interno, realizou palestra enfocando a Economia Solidária: apresentação de contextos e conjuntura, balanço da economia solidária local a partir da experiência dos segmentos, definiu ações prioritárias em nível local, estadual e nacional, tratou sobre a composição do GT/Fórum/Coletivo Local de Economia Solidária e da definição dos representantes da Plenária Local na Plenária Estadual.

Para Ana Nete Dantas, Secretária Municipal de Assistência Social, é muito importante que se descubra novos meios de renda pois refletem diretamente na economia local. “Nosso município apoia a Economia Solidária e investe na ampliação dos projetos, pois além de gerar renda, ela colabora com o desenvolvimento sustentável, pelo reaproveitamento de materiais reciclados”, diz. 

Edjarles Benício acredita que a Economia Solidária é mais que uma ideologia. “Muitas pessoas dizem que é apenas um pensamento que vai adiante, mas eu posso afirmar que já é realidade. Não apenas em Guajará-Mirim, mas também em todo o Brasil”, afirma.


ECONOMIA SOLIDÁRIA - Chamada de Terceiro setor da economia, desenvolver projetos de geração de renda por meio da auto gestão, ou seja, o individuo fabrica seus produtos por meio cooperativista e associativista reaproveitando matérias-primas e cultivando novas ideias.

 

 

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Jovens Indígenas recebem capacitação em Multimidia

27 DE MARÇO DE 2012 KANINDE FONTE: KANINDE NENHUM COMENTÁRIO

Guajará-Mirim 20 de Outubro de 2010

 

Em mais um dia de capacitação em multimídia do Ponto de Cultura Hurukunê-wao os jovens indígenas receberam técnicas de manoseio de equipamento, e técnicas de captura de imagens, e esquadramento. Em seguida os Jovens indígenas percorreram as ruas da comunidade e fizeram captura de imagens,(vídeos e fotos, e entrevistas com os alunos e membros da comunidade.

 

Apos  os alunos partiram para conhecer os programas e aplicativos em Software Livre que serram usados para captura das imagens e Edição de Vídeos na Ilha de Edição do Kit- multimídia do Ponto de Cultura Hurukunê-wao. Para essa etapa foram utilizados do programa de edição de vídeos e edição de fotos como Cinelerra e o Gimp.

Sobre o Cinelerra:

Cinelerra é um Sistema de edição não-linear livre para o sistema operacional GNU/Linux. É produzido por Heroine Virtual, e é distribuído sobre a GNU General Public License. Cinelerra também inclui um mecanismo de composição de video, possibilitando ao usuário executar operações de composição comuns como keying e mattes.

O Cinelerra é provavelmente o melhor programa de edição de vídeos para sistemas operacionais livres. Com ele, você pode capturar, editar, usar efeitos, mexer e mixar várias trilhas de áudio e vídeo em tempo real - enfim, tudo o que se espera de um bom editor de vídeos.

 

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